Era perfeita.
— Não é a minha culpa, talvez. Mas eu sei que você ficou muito traumatizado. Ninguém iria gostar de ter uma arma apontada para sua cabeça e ficar bem. - Respirou fundo e o encarou — E eu sei que foi o meu pai que mandou.
— Você não tem que se doer pelas coisas que seu pai faz - Avisou quando a olhou também — Você e ele não tem nada haver.
— Temos sim. Somos até parecidos. - Contou arrancando uma risada do outro.
— Tudo bem. Mas pelo menos você tem um coração, um coração como a sua