O quarto estava mais silencioso. A febre da menina havia baixado, e agora ela apenas repousava com a cabeça encostada na barriga de Beatriz, ouvindo os leves ruídos dos bebês se mexendo por dentro daquele ventre redondo.
— Ei... — murmurou a menina, com a voz já mais calma. — Se eu não lembro meu nome... como é que eu vou saber quem eu sou?
Beatriz sorriu e passou a mão nos cabelos dela, enrolando um dos cachinhos entre os dedos.
— A gente pode criar um no