O corredor está silencioso quando fecho a porta do quarto da Lily com cuidado, certificando-me de que o clique da maçaneta seja suave o suficiente para não interromper o sono que chegou rápido demais depois de um dia cheio. Fico parada por um segundo, ouvindo a respiração tranquila dela do outro lado, aquele som constante que sempre me traz uma sensação de dever cumprido, antes de me virar e descer as escadas devagar.
A luz da sala ainda está acesa, e o som baixo de vozes me alcança antes mesmo