A noite se acomodou sobre a mansão como um véu silencioso quando Helena deixou Henry dormindo.
Fechou a porta devagar.
Do lado de fora, a senhora Quinn já a aguardava, postura ereta, expressão serena.
— Ele pegou no sono rápido — comentou em voz baixa. — Foi um bom começo.
Helena sentiu um alívio discreto atravessar o peito.
— Fico feliz — respondeu. — Não quis apressar nada.
Quinn assentiu e fez um gesto para que a acompanhasse pelo corredor.
— Agora vou levá-la até a cozinha. A equipe da noite já está reunida. É importante que todos se conheçam.
A cozinha era ampla, aquecida por uma luz amarela suave que contrastava com o silêncio do restante da casa. Havia vozes baixas, o cheiro reconfortante de comida recém-preparada e uma sensação de rotina que não parecia rígida — apenas organizada.
— Pessoal — anunciou Quinn, com naturalidade —, esta é a Helena. A nova responsável pelo Henry.
Alguns rostos se voltaram para ela com curiosidade aberta.
— Prazer — disse uma mu