**Maria Silva**
Acordei lentamente, sentindo uma sensação estranha no braço. Estava deitada em uma cama, e uma bolsa de soro pendia ao meu lado. As paredes brancas e as cortinas me indicaram que eu ainda estava no hospital. Leila estava ali, sentada em uma cadeira próxima, com um semblante cansado, mas sereno. Ela se aproximou assim que percebeu que eu estava acordada.
“O que aconteceu?” Minha voz soou baixa, mas carregada de preocupação. “Leila, por favor, não me esconda nada. Como estão Beníc