Eu acordei no dia seguinte e veio tudo na minha mente. Eu estava perdida. Eu pensei em gritar até me cansar, mas isso eu já tinha feito.
Ana, chegou com o seu jeito carinhoso falando comigo como se fosse a minha mãe:
— Bom dia, Nora! Eu queria arrancar essa dor de você menina e colocar aqui, bem dentro do meu peito, só para não vê-la sofrendo!
Eu abri os braços e ela veio me abraçar quase chorando.
— Levanta dessa cama e acorda pra vida!— ela disse ao se afastar.
Eu suspirei desanimada e r