O elevador se abriu com um ding suave.
Helena ainda estava rindo de algo que Sebastian tinha sussurrado em seu ouvido, distraída demais para perceber a presença até ouvir a voz que conhecia desde sempre.
— Helena…?
Dona Bil.
O sorriso de Helena morreu no mesmo instante.
A mãe ficou parada, olhando a cena: a filha com a camisa do filho do patrão, os dois muito próximos, a intimidade evidente demais para ser ignorada.
O rosto de Dona Bil empalideceu.
— Mãe… eu posso explicar…
Mas Dona Bil não ou