Mundo de ficçãoIniciar sessãoLucca Ferraro não abriu a porta da mansão. Ele atravessou a entrada correndo.
A camisa estava amarrotada, o paletó pendia torto sobre o braço e havia um corte visível no lábio inferior, ainda avermelhado, como se o sangue tivesse secado às pressas.
Os passos ecoaram pelo hall como se o próprio chão tivesse entendido que algo estava errado e ele não estava disposto a fingir normalidade. Havia uma tensão no ar, uma espécie de silêncio em alerta, daqueles que não pertencem a uma casa em paz.
Maria surgiu no corredor, assustada, enxugando as mãos no avental.
— Senhor Lucca… já está de volta?







