Auren acordou humano.
Isso, por si só, já era estranho.
O corpo doía de um jeito que não combinava com carne comum.
Músculos em lugares que ele não lembrava de ter usado.
Costelas sensíveis, como se tivessem sido forçadas além do limite natural.
O cheiro de sangue ainda estava nele.
Não fresco.
Velho.
Impregnado.
Ele abriu os olhos devagar.
Teto de madeira improvisado.
Uma enfermaria avançada.
Respiração pesada ao redor.
Gemidos baixos.
O som distante de martelos, serras, ordens gritadas.
A cid