Mundo de ficçãoIniciar sessãoO quarto cheirava a metal e ozônio. As máquinas emitiam bipes regulares, cortando o silêncio como corações artificiais tentando acompanhar o ritmo do verdadeiro — o de Auren, instável e profundo.
A respiração dele vinha irregular, e o corpo, mesmo imóvel, parecia vibrar sob a pele, como se algo maior e mais antigo estivesse preso ali dentro, esperando para despertar.Céline estava sentada ao lado da cama. O rosto cansado, as olheiras marcadas, mas os olhos firmes, atentos a cada






