Capítulo 97
As portas do elevador se abriram novamente no térreo. Margot saiu com o queixo erguido, tentando manter o pouco de dignidade que ainda restava, mesmo com o orgulho completamente estraçalhado.
Amanda vinha logo atrás, segurando as lágrimas, mas já não conseguia mais conter. Chorava baixinho, fungando, apertando a bolsa contra o peito.
— Meu Deus... como eu vou pagar meu aluguel? — repetia como um mantra. — Se eu não arrumar outro emprego rápido... tô ferrada... tô muito ferrada...
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