POV Zion Bellini
Ela para tão perto que sinto a respiração dela roçar na minha pele. O peito dela sobe e desce devagar, os bicos duros marcando o tecido fino. Eu fecho os olhos, tento lembrar de quem eu sou, de quem eu prometi ser. Mas tudo se apaga. Ela estica a mão, passa devagar pela minha mandíbula, os dedos frios, macios, queimando como fogo.
— Zion… — ela sussurra, tão baixo que parece um pensamento.
Eu abro os olhos. O rosto dela tá colado no meu. O cheiro do banho, o perfume leve, o cal