EROS
Caminho de volta até o jardim. Chiara dorme na mesma posição que a deixei.
Coloco o celular dela no meu bolso e a pego em meus braços. Chiara deita sua cabeça em meu peito. Abre os olhos rapidamente, mas os fecha novamente.
— Senti a sua falta, deus grego! — Ela fala, sonolenta.
— Deus grego? — Repito, com um sorriso.
— Também senti a sua falta, maninha!
Subo as escadas e caminho com ela até o seu quarto.
Abro a porta, passo com ela em meus braços e fecho a porta de madeira com os pés.
C