O salão do conselho respirava sombras.
A única luz vinha do fogo central, que estalava lento, projetando silhuetas longas nas paredes de pedra. O ar era denso, carregado do cheiro de madeira queimada e histórias antigas. Sobre a mesa de carvalho escuro, mapas envelhecidos se espalhavam como feridas abertas no território: linhas riscadas à mão, símbolos lunares, marcas de sangue já secas pelo tempo.
Cada traço era uma fronteira.
Cada fronteira, uma promessa de conflito.
O alfa da matilha Lockwoo