A caminhonete parou diante da casa de madeira clara, cercada por campos que pareciam respirar junto com o vento. Charlotte ficou alguns segundos segurando o volante, como se precisasse pedir permissão ao próprio coração antes de descer.
Quando a porta se abriu, o cheiro morno de madeira aquecida, ervas secas e pão recém-assado a envolveu. Era mais que acolhimento… era um abrigo silencioso.
Anabela apareceu primeiro na varanda, enxugando as mãos no avental.
— Charlotte… minha querida… — a voz sa