Charlotte estava na varanda de sua antiga casa, envolta pelo silêncio sereno das montanhas que a viram crescer. A noite estava limpa, e a lua pairava alta, intensa, viva — como se observasse cada respiração do mundo.
Foi então que ela sentiu.
Não dor.
Não saudade.
Mas uma onda de poder suave atravessando seu peito como uma maré luminosa.
Ela levou a mão ao coração, os olhos se fechando instintivamente.
Havia uma mudança no mundo.
Uma união selada.
Uma promessa cumprida.
Uma energia que não pedi