O sol da manhã parisiense invadia a suíte, filtrado pelas cortinas brancas de linho, criando sombras suaves nas paredes. Isabella abriu os olhos lentamente, sentindo um corpo quente e firme atrás de si. Dominic a envolvia com seus braços fortes, uma das mãos espalmada sobre seu ventre, a outra perdida em seus cabelos.
Ela sorriu ao lembrar da noite anterior — da jacuzzi, da mesa de mármore, do tapete felpudo diante da lareira… Paris estava sendo tudo, menos entediante.
— Bom dia, amor da minha