O silêncio dentro do carro era tão denso que poderia ser cortado com uma faca. Samantha mantinha os olhos fixos na janela, os braços cruzados com força, como se estivesse tentando conter a frustração que pulsava em suas veias. Sua irritação crescia conforme o hospital se aproximava.
Ela não queria estar ali, mas Sophie não lhe deu escolha.
— Você poderia, pelo menos, fingir que se importa — a voz firme da mãe quebrou o silêncio como um trovão.
Samantha bufou, revirando os olhos.
— Por que eu fa