Luara
Com o estômago embrulhado, inclinei-me novamente, vomitando o pouco que havia restado de meu almoço. O gosto amargo na boca só aumentava a sensação de que algo estava terrivelmente errado. Eros, com sua habitual prontidão, se abaixou ao meu lado, segurando meus cabelos enquanto eu me esvaziava.
— O que aconteceu? — ele perguntou, a voz grave e a testa franzida em preocupação.
— Essa velha me envenenou — acusei, mal conseguindo falar entre as ânsias.
— Impossível — ele retrucou, com um tom