Dos cinquenta e seis jovens enviados à Garganta do Inferno, quatorze já não existiam mais. E tudo isso em apenas cinco horas. O número frio, exibido nas telas, era captado nos sensores das roupas, não deixavam dúvidas: o perigo era real, implacável. Cada respiração carregava o peso da morte iminente; cada passo podia ser o último. O inferno havia aberto a boca, e poucos sobreviveriam ao seu apetite.
Nos observatórios superiores, ocultos em plataformas blindadas, a única luz vinha do brilho trém