O som suave da chuva batendo nas janelas me trouxe de volta à realidade. Eu estava sentada na sala, os pés descalços no chão frio, olhando pela janela enquanto o mundo lá fora parecia tão tranquilo, em contraste com o turbilhão que eu sentia dentro de mim. O que eu havia sentido ontem, as palavras de Zane, estavam se repetindo em minha mente como um mantra. Eu não sabia se me sentia mais aliviada ou mais confusa. Uma parte de mim queria abraçar essa nova visão, queria acreditar em mim mesma da