A lua alta tingia o céu de prata quando Ângela, com os olhos ainda dilatados pela revelação, recuou um passo dentro do antigo círculo de pedra. O símbolo gravado no centro do altar – um lobo envolto em chamas negras e espirais lunares – pulsava em sincronia com o batimento acelerado de seu coração. Era como se a própria terra sussurrasse seu nome, reconhecendo-a não apenas como escolhida, mas como algo ainda maior.
Zane foi o primeiro a se mover. O Alfa, sempre alerta e protetor, avançou até el