Na manhã seguinte, a casa estava silenciosa.
Silenciosa demais.
Eu estava na cozinha preparando o café quando ouvi passos descendo as escadas. Não precisei olhar para saber quem era. Hina tinha um jeito muito específico de andar quando ainda estava com sono, arrastando um pouco os pés e respirando fundo antes de entrar na cozinha.
Ela apareceu na porta alguns segundos depois.
O cabelo estava preso de qualquer jeito, algumas mechas caíam sobre o rosto e ela ainda parecia estar tentando convencer