Depois que Hina subiu para o quarto, a casa finalmente ficou em silêncio.
Ou pelo menos deveria.
Porque eu ainda conseguia ouvir os passos dela no andar de cima, provavelmente andando de um lado para o outro enquanto tentava decidir se estava com raiva, cansada ou simplesmente envergonhada pelo que tinha acontecido. Eu conhecia minha filha bem demais para acreditar que ela tinha simplesmente esquecido a briga. Hina podia dizer que estava tudo bem quantas vezes quisesse, mas eu sabia reconhecer