Três dias haviam se passado desde que Hina ficou doente.
Desde então, Rintaro e eu tínhamos observado nossa filha com atenção demais, provavelmente até mais do que ela gostaria. A febre havia desaparecido completamente, a tontura também, e Hina já tinha voltado à rotina como se nada tivesse acontecido. Mesmo assim, sempre que ela se levantava depressa demais, Rintaro imediatamente olhava para ela com aquela expressão de quem estava pronto para segurá-la caso fosse necessário.
Naquela manhã, eu