A dor no ombro ainda pulsava.
Mas Alice não estava pensando nisso.
Estava olhando para o celular.
A mensagem aberta.
Um endereço.
E uma frase:
“Quer saber a verdade? Vem sozinha.”
Ela já sabia de quem era.
Isabella.
Mas dessa vez…
Tinha algo diferente.
Algo pessoal.
Muito pessoal.
—
O lugar era afastado.
Uma casa antiga.
Mal iluminada.
Silenciosa.
Alice entrou sem avisar ninguém.
Errado.
Perigoso.
Mas necessário.
—
A porta rangeu.
Ela entrou.
O coração acelerado.
E então—
Parou.
O mundo pareceu