O som da tranca do banheiro foi ouvido.
Elena soltou a respiração que não sabia que estava prendendo. O piso sob os pés descalços dela estava gelado. Ela jogou a bolsa na bancada da pia e ligou a torneira. A água quente demorou alguns segundos para embaçar o espelho grande com o vapor.
Ela esfregou o rosto até a pele arder, tirando qualquer vestígio da maquiagem e do cansaço do dia. A exaustão pesava nos ombros, mas o cérebro estava em alerta máximo.
Apenas uma porta de madeira a separava de