Elena estava sentada na banqueta há mais de duas horas. A caneca de café ao lado da mão direita dela já havia esfriado. Toda a atenção dela estava nas folhas de papel espalhadas sobre a bancada.
As escrituras.
Ela passou as pontas dos dedos sobre o selo do cartório do Brooklyn. A textura áspera do papel confirmava que aquilo não era um delírio.
Arthur, ele encontrou o importava para ela, esse foi seu pedido de desculpas.
A cláusula de doação brilhava no papel. Sem amarras.
Elena engoliu em