Arthur apertou o aparelho na mão até doer.
Arthur pressionou o ponto eletrônico na orelha.
- Tranque tudo. Tranque a porra toda. Ninguém respira nesse salão sem eu autorizar. Bloqueiem as portas agora. Se uma mosca tentar sair, atirem.
Ele enfiou o celular no bolso e começou a andar.
No palco, o mestre de cerimônias, um homem magro, suava segurando a estatueta de vidro do Prêmio de Inovação Estrutural.
Arthur subiu os três degraus da lateral do palco. Ele caminhou na direção do homem, não pedi