Ele respirou fundo e finalmente falou:
— Helena… — sua voz saiu mais grave do que pretendia — venha aqui.
Helena se aproximou hesitante e com os olhos amedrontados, Álvaro percebeu.
— Você que levou o sapo para o café da manhã?
Ela assentiu, fungando.
— Sim, mas… mas eu só queria…
— Shhh. — ele a interrompeu, mais suavemente desta vez. — Estou apenas perguntando.
Ela limpou outra lágrima, tímida.
— Sim, papai.
Álvaro se ajoelhou.
O conde. O homem duro, o homem inflexível. Ajoelhando-se diante d