Maria Clara estava parada alguns passos atrás, o corpo encolhido, os braços cruzados tentando cobrir o rasgo do vestido. Tremia visivelmente, os olhos perdidos, o rosto pálido demais sob a luz fraca do jardim.
Álvaro deu um passo em sua direção.
— Maria Clara… — chamou, com a voz mais suave que conseguiu.
Ela não respondeu.
Quando ele avançou outro passo, ela recuou bruscamente, como um animal acuado.
— Não! — gritou, a voz quebrada. — Não encoste em mim!
O grito cortou-o por dentro. Álvaro pa