CELSO MIRANTES
Entrei no banco de trás do carro e o motorista me levou para a sede da CM Houses.
Durante o trajeto, chequei meus e-mails. Ações em alta, relatórios de engenharia aprovados, convites para galas beneficentes. Tudo estava em ordem.
Quando o elevador se abriu no andar da presidência, minha secretária, Amanda, estava ao telefone.
Ela desligou assim que me viu, mas não sorriu. Havia um vinco de preocupação na sua testa que não era comum.
— Sr. Mirantes — ela disse, levantando-se.