CRISTINA SANTIAGO
O sono de Rosália estava pesado, auxiliado por duas garrafas de vinho e a exaustão do dia. Confirmei que ela estava em um sono profundo antes de deslizar para fora do quarto de hóspedes.
O relógio no corredor marcava quase onze e meia. Eu estava adiantada. Mais de trinta minutos adiantada.
Meu coração batia irregular, pelo nervosismo e excitação. Cada passo que eu dava no chão de frio em direção à escada era uma decisão consciente.
Toda promessa de punição me despertava u