ETHAN PETTERSON
Beatriz estava parada no meio da sala, com um sorriso doce demais pra ser sincero e o perfume forte que parecia querer disputar território com o oxigênio.
— Parcerias profissionais? — perguntei, olhando-a exibir outro sorriso.
— Nem todas precisam ser... profissionais — respondeu, mordendo o lábio, olhando-me de cima a baixo.
Olhei de relance para Cristina. Ela estava vermelha, de raiva, não de vergonha. Se os olhos dela fossem armas, Beatriz estaria estendida no chão agora mesm