173. Uma Guerra Perdida
Acordo antes do alarme.
Cinco e meia da manhã e meu cérebro já está funcionando como se tivesse tomado três cafés.
Olho para o lado. Ann dorme profundamente, com a mão sobre a barriga. Parece tranquila agora, mas sei que passou metade da noite se revirando.
Eu também mal dormi.
Os Lancaster não saem da minha cabeça. Reuniões? Fisioterapia? Duvido.
Tem coisa aí.
Saio da cama com cuidado para não acordá-la, vou ao banheiro, depois ao closet. Visto um terno cinza, ajeito o cabelo e desço par