Capítulo 23 – O Príncipe e a Sanguinária
O som do banquete ainda ecoava atrás das portas pesadas, um burburinho de taças e vozes que mais parecia um enxame. Eu precisava de ar. Empurrei a porta de uma das salas laterais e entrei, deixando que a penumbra me envolvesse.
Afastei parte do tecido rígido do vestido e soltei discretamente o busto, apenas o suficiente para que meus pulmões não brigassem com a costura. Respirei fundo, sentindo o ferro frio da parede contra as minhas costas, como se o