Mundo ficciónIniciar sesión“Acho que está na hora da gente invocar a cauda,” Soren declara em minha mente, a voz dele soando ansiosa, quase como um rugido contido reverberando pelas bordas da minha consciência.
“Não.” Minha resposta é firme, quase seca, enquanto lavo minhas mãos ensanguentadas.
A água escorre pelos meus dedos, turva e rubra, formando rios carmesins que desaparecem pelo ralo de metal.
“Já faz dias que estamos torturando a Rihara e até agora nada,” Soren insiste, sua voz agora carregada de desespero.
“Eu não vou quebrar minha promessa para a Vanessa.”
Respiro fundo e jogo água no rosto, tentando refrescar minhas ideias. A







