A música pulsava. Eu estava na área VIP, mas não me importava com o luxo; eu me importava com a liberdade que vinha com o ritmo. O vestido vermelho curto e apertado que eu usava me fazia sentir poderosa e invisível à frieza da Mansão Thorne. Eu bebia um coquetel e ria das piadas de Bia. Estávamos celebrando a minha sobrevivência e o salário que garantiria meu futuro.
De repente, Bia me deu uma cotovelada no braço, e seus olhos estavam arregalados, fixos em algo atrás de mim.
Eu me virei. Lá est