Graças aos céus, o dia se passou. Eu me concentrei tanto em Lili, garantindo que cada momento fosse preenchido, que as horas voaram. O jantar foi silencioso; Nicholas estava mais frio e distante do que nunca, o que era um alívio, mas também uma ameaça.
Depois de colocar Lili na cama, eu fui para o meu novo quarto. A proximidade da parede que me separava de Nicholas era uma tortura silenciosa. Eu precisava de um reset. Fui tomar um banho demorado e relaxado, deixando o calor da água lavar o estresse e a humilhação do dia.
Ao me enxugar, fui nua para o meu quarto. O mármore frio do chão contrastava com o calor da minha pele. Eu me olhei no espelho do closet e suspirei. A imagem refletida era de uma mulher presa, mas ainda viva. Olhei para a minha tatuagem, uma pequena flor no quadril.
"Não foi isso que eu escolhi," eu disse, baixinho.
Deslizei para a cama, ainda nua, sentindo a maciez dos lençóis. Apesar de toda a tensão, eu me perguntava como eu ainda tinha tempo de ficar excitada. Meu