Lua nada ouvia, ou via naquele momento, pois sua mente lhe levara a meses atrás em seu escritório moderno, paredes de vidro com vista para a cidade, assinando um contrato com um homem de terno escuro. Depois da quarta negativa de Rodrigo de aceitar um contrato, com a qual ela ficaria com 75% das ações da empresa e ele com ínfimo 25% Lua deu o veredicto:
— Quero que a empresa dele desmorone. Lentamente. Como areia escapando entre os dedos — disse, a voz tão fria quanto o vidro das paredes.
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