Algumas horas depois de chegar ao escritório, Rodrigo estava imerso em relatórios e e-mails quando o telefone tocou. Ele olhou para a tela e viu que era Ana, sua irmã. Um sorriso involuntário surgiu em seu rosto. Ele adorava Ana e sua família, e qualquer contato com ela era sempre um alívio em meio à sua rotina caótica.
— Ana, que surpresa! — disse ele, atendendo a ligação. — Como estão as coisas em Paris?
— Tudo bem, Rodrigo! — respondeu Ana, com a voz animada. — Estou ligando para te contar