KIEZA JONES
Se eu tivesse que descrever Roman Mikhailov, várias palavras me ocorreriam. Frio. Lindo. Impiedoso. Gênio.
Paciente não era uma delas.
Nem de longe.
Provavelmente não entraria nem entre as mil primeiras.
Mas, nas últimas semanas, tive que admitir que talvez tivesse que aumentar a lista, porque ele não tinha sido nada além de paciente enquanto me guiava por uma sequência quase científica de exercícios de visualização, respiração e dessensibilização gradual, tudo com o objetivo