KIEZA JONES
Eu amei Cambridge.
Amei o ritmo apressado misturado à calma acadêmica, as bicicletas cruzando as ruas estreitas, o cheiro de café escapando das cafeterias lotadas de estudantes, os prédios de tijolos antigos convivendo com ateliês improvisados e salas de aula cheias de história. Acima de tudo, amei o que Cambridge representava: um recomeço real.
Aqui, ninguém sabia quem eu era. Ninguém conhecia minhas quedas, minhas escolhas erradas ou o homem que quase me partiu ao meio. Eu pod