O sol ainda sobe tímido no horizonte quando Marta acorda no quarto do hotel, os olhos pesados de tantas emoções mal digeridas. O quarto está silencioso, exceto pelo som distante dos carros na rua. Ela se levanta, amarra os cabelos num coque displicente e desce para o café da manhã. O cheiro de pão fresco e café coado a faz lembrar da casa dos pais. Ainda sente o gosto da última conversa, as reações ao seu alívio com a morte do padrinho, e como todos ficaram em silêncio, digerindo algo que parec