Acordo no meio da madrugada sem saber exatamente o motivo.
O quarto está escuro, iluminado apenas pela luz prateada da lua que atravessa as cortinas leves. Ao meu lado, Thomas dorme profundamente, a respiração lenta, o corpo relaxado de um jeito que raramente vejo quando ele está acordado.
Saio da cama com cuidado para não acordá-lo.
Vou até o banheiro, lavo o rosto, e quando volto, algo me puxa em direção à varanda. Abro a porta devagar. O ar da madrugada me envolve imediatamente — fresc