Descemos do barco, e meus pés tocam a madeira do pequeno píer. O lugar é silencioso de um jeito diferente. Não é vazio — é respeitoso. Como se até o vento soubesse que ali dentro existem histórias que não gostam de ser interrompidas.
Caminhamos até o casarão. Quanto mais me aproximo, mais percebo os detalhes: pedra, madeira escura, janelas amplas, luzes quentes que contrastam com a noite ao redor. Rústico, sim. Mas elegante. Forte. Acolhedor.
Thomas para diante da porta.
Pega a chave com