Giulia permaneceu em silêncio por alguns segundos, o olhar preso no contrato, no peso de tudo aquilo.
Então respirou fundo.
— Eu não gosto disso — disse, a voz mais baixa, mais honesta.
Levantou o olhar.
— Mas eu concordo.
O silêncio se instalou entre eles.
Alessandro a observou por um instante antes de perguntar, frio e direto:
— E como exatamente você espera que eu confie nesse motorista? O mesmo homem que já ajudou você a fugir.
Giulia não hesitou.
— Porque ele é honesto.
— Ele só me ajudou