Giulia ainda segurava a caneta quando soltou o ar devagar.
O contrato já estava assinado.
Não havia mais volta.
Alessandro puxou o documento para si com um movimento calmo, quase automático, conferindo a assinatura.
Dessa vez, sem erros.
Exatamente como ele queria.
O silêncio se instalou por alguns segundos.
Então, sem comentar o contrato, ele abriu a carteira, retirou um cartão preto — pesado, elegante — e o lançou sobre a mesa, na direção dela.
O objeto deslizou pela madeira até parar diante