Alessandro ainda estava parado no quarto, o olhar fixo no lençol, tentando organizar os próprios pensamentos, quando a porta do banheiro se abriu.
Ele levantou o olhar na mesma hora.
Giulia já estava arrumada.
Rápida demais.
Fria demais.
Mas não foi isso que chamou a atenção dele.
Foram os olhos.
Vermelhos. Levemente inchados.
Ela tinha chorado.
E não tinha sido pouco.
Aquilo apertou algo dentro dele na hora.
— Giulia… a gente precisa conversar.
Ela não parou. Continuou