O quarto de hóspedes já parecia menos pesado depois da conversa entre Giulia e Cecília.
Talvez porque dividir a dor diminuísse um pouco o tamanho dela.
Ou talvez porque fazia muito tempo que Giulia não tinha alguém com quem pudesse simplesmente falar sem medo.
Cecília ainda estava sentada ao lado dela na cama enquanto as duas terminavam o chocolate quente já morno quando, de repente, um pequeno sorriso apareceu no rosto dela.
Um sorriso suspeito.
Giulia percebeu imediatamente.
— O quê?
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